Ajude sem infantilizar
Explique o golpe, não a pessoa. Fale do roteiro usado pelo golpista, não da suposta “ingenuidade” de quem recebeu a mensagem. Respeito também é proteção.
Para família
O melhor apoio não é decidir pela pessoa. É ajudá-la a parar, confirmar e decidir com segurança.
01 / O princípio
Uma pessoa que se sente julgada tende a esconder dúvidas. Uma pessoa que se sente respeitada tende a perguntar.
“Se você ficar em dúvida, me liga. Não importa se parecer bobo.”
Uma rede de confiança funciona melhor quando pedir ajuda não tem custo emocional.
02 / Na prática
Pequenas combinações que protegem sem transformar cuidado em controle.
Explique o golpe, não a pessoa. Fale do roteiro usado pelo golpista, não da suposta “ingenuidade” de quem recebeu a mensagem. Respeito também é proteção.
Pedido de dinheiro por mensagem só vale depois de uma ligação para o número de sempre. Uma regra combinada antes evita decisões tomadas sob pressão.
Definam duas ou três pessoas que possam ser chamadas sem constrangimento. A dúvida precisa ser simples de compartilhar — perguntar nunca deve virar bronca.
Comecem pelo que protege: banco, evidências e registro. Depois, escutem. Culpar não recupera dinheiro e pode fazer a pessoa esconder um próximo incidente.
Limites de PIX, alertas e confirmações adicionais podem ser combinados e controlados pela própria pessoa. O objetivo é aumentar segurança sem substituir sua capacidade de decidir.
03 / Combine hoje
Pedido de dinheiro por mensagem? Pare. Ligue para o número de sempre. Só depois decida.