Idoso Seguro
Idoso Seguro

Para família

Proteger alguém também é respeitar sua autonomia.

O melhor apoio não é decidir pela pessoa. É ajudá-la a parar, confirmar e decidir com segurança.

Duas mulheres conversando enquanto olham para um celular juntas.
Uma conversa lado a lado. A tecnologia como parte da vida — não como motivo para perder autonomia.

01 / O princípio

Antes de ensinar, escute.

Uma pessoa que se sente julgada tende a esconder dúvidas. Uma pessoa que se sente respeitada tende a perguntar.

“Se você ficar em dúvida, me liga. Não importa se parecer bobo.”

Uma rede de confiança funciona melhor quando pedir ajuda não tem custo emocional.

02 / Na prática

Cinco formas de estar por perto

Pequenas combinações que protegem sem transformar cuidado em controle.

01

Ajude sem infantilizar

Explique o golpe, não a pessoa. Fale do roteiro usado pelo golpista, não da suposta “ingenuidade” de quem recebeu a mensagem. Respeito também é proteção.

02

Criem uma regra de confirmação

Pedido de dinheiro por mensagem só vale depois de uma ligação para o número de sempre. Uma regra combinada antes evita decisões tomadas sob pressão.

03

Tenham uma rede para a dúvida

Definam duas ou três pessoas que possam ser chamadas sem constrangimento. A dúvida precisa ser simples de compartilhar — perguntar nunca deve virar bronca.

04

Se acontecer, resolvam primeiro; conversem depois

Comecem pelo que protege: banco, evidências e registro. Depois, escutem. Culpar não recupera dinheiro e pode fazer a pessoa esconder um próximo incidente.

05

Proteção não precisa significar controle

Limites de PIX, alertas e confirmações adicionais podem ser combinados e controlados pela própria pessoa. O objetivo é aumentar segurança sem substituir sua capacidade de decidir.

03 / Combine hoje

Uma regra simples para os momentos de pressão.

Pedido de dinheiro por mensagem? Pare. Ligue para o número de sempre. Só depois decida.

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